quarta-feira, 30 de março de 2011

Musicoterapia cura doenças e promove o bem-estar



Ouvir uma melodia pode ser um remédio tão eficaz quanto as fórmulas vendidas nas farmácias. A música faz um bem danado para o bem-estar e ainda auxilia no tratamento de muitas doenças -- da asma ao câncer, passando por lesões cerebrais. Tudo cientificamente comprovado.

"A música atinge em cheio o sistema límbico, região do nosso cérebro responsável pelas emoções, pela motivação e pela afetividade", explica Maristela Smith, coordenadora da Clínica de Musicoterapia das Faculdades Metropolitanas Unidas, em São Paulo. 
Esse é ponto chave da musicoterapia: um método que usa o passado sonoro para tratar males de todo tipo. "Pacientes portadores do Mal de Alzheimer, por exemplo, resgatam aspectos da memória através de canções e sons de rotina", diz a especialista.

O tratamento é altamente indicado para pessoas que apresentam distúrbios de comunicação (como transtornos da fala e gagueira); de comportamento (como hiperatividade); neurológicos, lesões cerebrais, dislexias. Nem as doenças mentais, como autismo infantil, esquizofrenia e depressão, resistem a uns bons acordes.

"A musicoterapia trabalha para desenvolver a capacidade de escuta e de convívio social, na medida que a música encontra no indivíduo um canal de comunicação disponível. Por esse acesso, ela começa a abrir novos canais de conexão", define Maristela.

A terapia com as notas musicais dividi-se em etapas: a musicodiagnóstica, em que são coletados dados relativos à historia pessoal, clínica e sonoro-musical do paciente. Em seguida, o especialista detalha seus objetivos e submete ao paciente seu plano de ação.

Começa, então, a etapa de tratamento em uma sala especial, com acústica adequada. As sessões incluem música e recursos sonoros variados CDs, vozes, instrumentos e até mesmo ruídos. O especialista avalia a reação do paciente diante de cada som, documenta tudo e vai comparando os resultados com seu projeto inicial.

"Efeitos positivos têm sido verificados logo no nas 10 primeiras sessões, principalmente, no que diz respeito ao desenvolvimento da percepção global do paciente", avalia Maristela Smith.


Música - Como viver sem ela?

Já ouviu falar em musicoterapia?



Musicoterapia é a utilização da música e/ou de seus elementos constituintes, ritmo, melodia e harmonia, por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender as necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. A musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor qualidade de vida, através de prevenção, reabilitação ou tratamento. 
 
Os musicoterapeutas trabalham com uma gama variada de pacientes. Entre estes estão incluídas pessoas com dificuldades motoras, autistas, pacientes com deficiência mental, paralisia cerebral, dificuldades emocionais, pacientes psiquiátricos, gestantes e idosos. O trabalho musicoterápico pode ser desenvolvido dentro de equipes de saúde multidisciplinares, em conjunto com médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e educadores.Também pode ser um processo autônomo realizado em consultório.

O uso da música como método terapêutico vem desde o início da história humana. Alguns dos primeiros registros a esse respeito podem ser encontrados na obra de filósofos gregos pré-socráticos.

O profissional responsável por conduzir o processo musicoterápico é chamado musicoterapeuta. A formação desse profissional é feita em cursos de graduação em musicoterapia ou como especialização para profissionais da área de música ou saúde (músicos, professores de música, médicos ou psicólogos). Em alguns países a musicoterapia também pode ser parte de uma formação em arteterapia, que envolve, além da música, técnicas de artes plásticas e dança.

A formação do musicoterapeuta inclui teoria musical, canto, prática em ao menos um instrumento harmônico (piano ou violão), instrumentos melódicos (principalmente flauta) e percussão.

O QUE VOCÊ VÊ ????


Segundo a Gestalt, o cérebro é um sistema dinâmico no qual se produz uma interação entre os elementos, em determinado momento, através de princípios de organização perceptual como: proximidade, continuidade, semelhança, segregação, preenchimento, unidade, simplicidade e figura/fundo.

Sendo assim o cérebro tem princípios operacionais próprios, com tendências auto-organizacionais dos estímulos recebidos pelos sentidos.

Qual figura você consegue perceber????

terça-feira, 29 de março de 2011

A ORIGEM – O FILME

A Origem é uma ficção científica de ação que ocorre na arquitetura da mente. Leonardo DiCaprio encabeça o longa-metragem e convence como um inteligente e traumatizado indivíduo, que vive se escondendo de uma ameaça em potencial. Dom Cobb é um homem apegado demais ao seu passado e precisa deixá-lo para trás. Suas cicatrizes ainda o machucam e a culpa de um evento irreversível o assombra até hoje. É um desfecho arrebatador, que deixará perguntas eternas.

Chuva onírica — A perturbação do sonho através da interferência sensorial - como a cena em que chove porque o dono do sonho está com vontade de ir ao banheiro - tem base científica. Como notou Freud, estímulos externos entram no sonho e são ressignificados, de forma que "o sonho protege o sono". Isso ocorre até certo ponto, além do qual a pessoa acorda.

Ritmo acelerado — Uma vez dentro do sonho, o filme mostra que a cada camada o tempo passa mais devagar: um segundo no mundo dos acordados significa cinco minutos na primeira camada de sonho, duas horas na segunda, e assim por diante. Existem algumas evidências em ratos de que a compressão temporal do processamento neuronal varia conforme as diferentes fases do sono. O autor do filme chega perto quando define a morte, dentro do sonho, como uma das formas para despertar. É muito difícil que as pessoas sonhem com a própria morte, embora algumas afirmem ter sonhos assim. No caso de A Origem, como acontece com a maioria das pessoas, morrer faz com que a pessoa acorde.

Dom Cobb (Leonardo DiCaprio) é um habilidoso ladrão, o melhor na perigosa arte da extração, o roubo de segredos valiosos das profundezas do inconsciente durante o sono com sonhos, quando a mente está mais vulnerável. A rara habilidade de Cobb o tornou peça fundamental no traiçoeiro mundo da espionagem industrial, mas também o tornou um fugitivo internacional e ele perdeu tudo o que mais amava. Agora, Cobb tem sua chance de redenção, um último trabalho que pode dar-lhe sua vida de volta se ele conseguir o impossível - inserção. Ao invés do roubo perfeito, Cobb e sua equipe de especialistas têm que obter o inverso: sua tarefa não é roubar uma idéia, mas plantar uma. Se eles conseguirem, terão o crime perfeito. Mas nem todo seu planejamento poderia prepará-los para um perigoso inimigo que parece prever cada movimento da equipe. Um inimigo que apenas Codd consegue enfrentar.


domingo, 27 de março de 2011

CAPACITAÇÃO PROGRAMA CEAPA 2011


Nos dias 24 e 25 de março foi realizada a primeira Capacitação Metodológica do Programa CEAPA (Central de Apoio às Penas e Medidas Alternativas) em 2011. O evento aconteceu nas instalações do Hotel Othon Palace em Belo Horizonte – MG.

O evento contou com a participação de convidados de gabarito e competência profissional que ao longo do trabalho contribuíram de forma significativa para nosso engrandecimento profissional.

Dentre eles podemos destacar a palestra com o tema: A Clínica Social e discussões de casos do Programa CEAPA realizada por Sérgio Laia – Graduado em Psicologia, Mestre em Filosofia, Doutor em Estudos Literários pela UFMG e professor do Curso de Psicologia da Universidade FUMEC.

Também tivemos uma palestra realizada pelo Defensor Público Rafael Boechat, que nos apresentou a Defensoria Pública de Minas Gerais com muita propriedade.

Outro tema da capacitação que foi muito interessante foi a discussão sobre a Dinâmica Criminal promovido por Fabiana Leite que é a Coordenadora da Coordenadoria Especial de Prevenção à Criminalidade.

Ainda pudemos desfrutar das experiências compartilhadas de trabalhos realizados em outros Centros de Prevenção à Criminalidade de outras cidades.





Equipe Programa CEAPA

Apresentação Boas Práticas 

Palestra Sérgio Laia

Fabiana de Lima Leite


Fabrícia e Edilaíse

Marlene, Fabrícia e Érika (CEAPA)

Contar histórias pode ajudar em casos de demência




"Pessoas que sofrem com a perda de memória perde sua habilidade de recordar fatos, mas eles nunca perdem a sua imaginação"

Isto foi o que levou os pesquisadores da Univeridade de Missouri a estudar um programa chamado "TimeSlips Creative Storytelling Project", que incentiva os participantes com demência a criar uma história sobre uma imagem humorística ou provocativa - como dois cachorros olhando um para o outro através das janelas do carro ou uma pessoa saltando através de um cânion.

Os pesquisadores descobriram que inventar histórias em um grupo melhorou significativamente o humor e aumentou a comunicação entre eles.

"O TimeSlips oferece oportunidades ricas e engrandecedoras para pessoas com demência para interagir com outras pessoas enquanto exercitam suas capacidades individuais", afirmou a pesquisadora Anne Phillips, professora assistente na Sinclair School of Nursing. "Nós não estávamos pedindo às pessoas para se lembrar de fatos ou evocar informações da memória. Estávamos pedindo respostas imaginativas e criativas para uma foto."

Durante a sessão que tinha duração de uma hora, um facilitador treinado registrava as respostas dos participantes e ajudavam a desenvolver uma narrativa.

Phillips e sua equipe descobriram que os participantes tinham aumentado expressões de prazer e interação social durante o programa. As melhorias duraram algumas semanas após a última sessão ter terminado, ela afirmou.

"O programa encorajou os participantes a estarem ativamente envolvidos e experimentar momentos de criação reconhecimento e celebração," disse Phillips.

Outro estudo recente de 20 lares de idosos mostrou que o Timeslips aumentou significativamente a interações entre funcionários e residentes. A atitude dos funcionários em relação às pessoas com demência também melhorou.

Anne Basting, cujos estudos de doutoramento envolviam artes teatrais e envelhecimento, criou o programa Timeslips mais de 10 anos atrás. A dramaturga e professora da Universidade de Wisconsin havia falhado em um esforço para envolver os pacientes de demência com exercícios teatrais. Ela resolveu ver se eles responderam melhor a fazer as coisas.

O sucesso desse primeiro esforço levou Basting para criar um programa modelo. Hoje, cerca de 30 treinadores de Timeslips trabalham em 11 centros em todo o país para certificar os outros para liderar sessões.

O programa, entretanto, não é oferecido no Missouri ou a região de St. Louis. Phillips disse que espera ver essa mudança.

Phillips afirmou ainda que gostaria de ver o Timeslips adicionado ao repertório de diversão que são realizadas em centros de atendimento a longo prazo, e que a técnica não é difícil de aprender a fazer, e que é barato para operar, requerendo basicamente, de canetas coloridas e um flip-chart de papel.

Quem se interessar na técnica do Timeslips pode ver mais informações no site oficial, em inglês:  http://timeslips.org.



quarta-feira, 16 de março de 2011

LIVRO "Diário de uma Vítima de Bullying"

Livro "Diário de uma vítima de Bullying" cujos escritores são: Lélio Braga Calhau e Matheus Scalon Araújo, pela editora Impetus.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Jovens alcoólatras começam a beber antes dos 11 anos


Levantamento revela que o vício começa dentro de casa

O manobrista Johnny, de 22 anos, tomou o primeiro gole de vinho aos 11 anos, com o irmão mais velho. Aos 7 anos, a doméstica Madalena, de 50, bebeu um copo de pinga em casa, pensando que era água. Hoje, os dois engrossam as estatísticas do Cratod (Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas): 40% dos adolescentes e 16% dos adultos que procuram tratamento para se livrar do vício experimentaram bebida alcoólica antes dos 11 anos.
Os dados sobre o primeiro contato com a bebida impressionaram a psiquiatra Marta Ezierski, diretora do Cratod, vinculado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.
- Uma coisa é falar de alcoolismo na população em geral. Outra é falar com base em uma população triada, já dependente. O número é muito alto.
As informações são resultado de duas análises: uma de 684 pacientes adultos e outra de 138 adolescentes que procuraram o centro nos últimos dois anos.
O ponto que mais chamou a atenção foi o fato de os jovens terem começado a beber ainda crianças, geralmente em casa ou na presença de familiares.
Segundo o levantamento, em 39% dos casos o pai bebia abusivamente; em 19%, a mãe; e, em 11%, o padrasto. O relatório aponta ainda que, após o contato com álcool e tabaco, metade relatou ter experimentado maconha.
- Eram crianças que tinham o consentimento da família para beber, porque o pai ou a mãe bebiam. Eles começaram a ingerir bebidas sem culpa e não se deram conta de que estavam se viciando. Um paciente chegou a dizer que havia nascido dentro do álcool.
Segundo Marta, o levantamento também demonstrou que, em geral, os adultos procuram ajuda quando já se envolveram com outras drogas, estão deprimidos, tentaram suicídio ou porque estão com alguma doença ou seqüela decorrente do consumo abusivo. Já os adolescentes, diz a médica, normalmente vão ao Cratod por causa de conflitos em casa ou na sociedade.

Num futuro bem próximo...

Como será no ano de 2015? Qual será nosso modo de vida? Quais tecnologias predominarão, influenciando nossas vidas?

Há dez anos conseguiríamos imaginar e prever o uso das tecnologias atuais? A conexão de aparelhos sem a utilização de fios? O recebimento de e-mails pelo celular, em qualquer parte do mundo? A comunicação empresarial a partir de email e do MSN? Os relacionamentos virtuais da internet? O novo estilo de vida e de comunicação do ser humano?

Muitas pessoas ficam imaginando como será nosso futuro, como serão as casas, os objetos, aparelhos, enfim, tudo que nos rodeia. Acredito que imaginar não é difícil, porém, transformar tudo em realidade levará alguns anos.

Determinar como será nosso futuro em relação a programação e arquitetura não é tarefa fácil.

Será que estamos preparados para tais mudanças? Até que ponto toda essa tecnologia nos faz bem? É importante ressaltar que devemos aproveitar ao máximo as facilidades que ela nos traz e não esquecer das coisas mais simples da vida, não deixar que praticidades trazidas pela tecnologia nos distancie das pessoas e sim que ela possa proporcionar maior interação, lazer, bem estar e conforto.




quinta-feira, 10 de março de 2011

Você já ouviu falar em Higiene do Sono?



A “Higiene do Sono” trata-se de medidas para “limpar seus hábitos” e tornar mais fácil o seu relaxamento para conseguir dormir melhor. Confira abaixo:

1 – Não assista televisão, nem internet, nem leia livro muito atraente, empolgante e interessante: Seu cérebro fica alerta.

2 – Não faça alimentações pesadas ou difíceis de digerir.

3 – Evite exercícios físicos muito puxados antes de deitar.

4 – Não coloque coisas de trabalho na cama, ou próximo dela, se possível nem dentro do quarto, descontamine o ambiente.

5 – Não coma na cama, estude, assista a TV ou converse ao telefone: A cama deve estar associada a descanso e relaxamento.

6 – Diminua as luzes da casa, use o abajur, diminua o volume da TV ou Rádio, se possível as pessoas falem mais baixo também.

7 – Não discuta a relação na cama. Isso também é bom para não atrapalhar o sexo. Associando sempre a cama ao relaxamento.

8 – Não tome banho com água fervendo antes de deitar, de preferência a um banho mais para morno.

9 – Evite deixar para pensar nos seus problemas ou afazeres do dia seguinte deitado na cama. Faça isto no sofá da sala.

10 – Anote o horário em que seu sono chegou e procure deitar sempre no mesmo horário. Não deite para esperar o sono.

terça-feira, 1 de março de 2011

PARA TER UM INFARTO FELIZ !!!

Foi publicado no site do Dr. Ernesto Artur – Cardiologista os chamados conselhos 'amigos-da-onça' no qual ele recebeu uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

Verificando a importância da saúde como um todo veja agora como você poderá ter um infarto feliz !!!


1. Cuide de seu trabalho antes de tudo.  As necessidades pessoais e familiares são secundárias.


2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.


3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.


5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes..


7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.


8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro, enferruja!!. .rs)


9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado... Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.


11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.



Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.
Duvido que você não tenha um belo infarto se seguir os conselhos acima  !!!


Neurociências: Consumo e Dependência de Substâncias Psicoativas

Atualmente existem novos conhecimentos das neurociências sobre o consumo e a dependência de substâncias psicoativas (ou farmacodependências)...