sexta-feira, 22 de abril de 2011

19 de Abril - Povo TUXÁ

19 de Abril, dia em que é comemorado o DIA DO ÍNDIO.

Venho compartilhar um pouco da vivência e história do povo Tuxá através da fala de minha amiga, colega de trabalho e estagiária de Psicologia Edilaíse Vieira, para nós nossa NITA TUXÁ.

Ereré meus amigos e parentes simpatizantes da causa indígena,
Hoje é dia 19 de abril, como tenho uma identidade etnica latente em meu Ser. 
Para mim, hoje é um dia de reflexão...
Assim, estava a pensar e re-pensar a cultura  do meu povo Tuxá, então quis dividir com vocês os meus pensamentos e sentimentos, para que entendam quem sou, de onde vim e o que anseio nesse meu caminhar, no qual, por  luz de Tupã posso contar com cada um de vocês.


NUANÇAS DE UMA IDENTIDADE

Eles não são os primeiros habitantes do Brasil
Mas certamente são heranças daqueles que foram...
Eles eram grandes cultivadores de arroz, feijão, macaxeira, batata.
Eles se fizeram filhos do Velho Chico.
As mulheres eram verdadeiras sereias,
Os homens, ágeis piabas.
E a única coisa que temia no rio, era o encantamento das águas.
Com João Gomes,
Com Francisco Rodelas e os seus colares de ossos,
Uma conquista existiu!
Os guerreiros de outrora fizeram os guerreiros de agora.
Tem como nomes importantes:
Vieira, Ormano, Bezinha e Barroso,
Esses são alguns dos tantos indígenas “terrosos”
Quanta luta!
Resistir a dois pólos:
Tradição X Urbanização.
...Por que não a junção?
Seu contexto precisou de um novo texto.
Houve mudanças para as gerações,
Tantas mudanças impostas e tantas transformações concedidas.
Influencias de costumes e valores do urbano,
As terras são inóspitas, ou melhor, até então, inexistentes.
Há uma força que tenta se opor ao movimento de uma linda comunidade.
Os peixes da tarrafa á atravessam,
Novas passagens...
Ocasionando uma variação cultural.
Contudo, as raízes são bem definidas, a cultura continua fortalecida.
A retransmissão permitiu as novas gerações,
Desde um sofisticado artesanato á uma formação acadêmica.
A aculturação que parecia de todo maligna,
Tornou-se benigna, pois tivemos benfeitorias,
Especialmente em nossa saúde e em nossa educação.
Estamos no agora...
Vivemos em uma realidade aparentemente “socializada”.
Portanto, nos fascinamos e fazemos usufruto do que é urbano.
Porém, o mais importante e o que mais nos encanta.
É o fato de podermos dizer que temos uma identidade
E que somos fruto de uma cultura exuberante e singela
Que resisti e sobrevive á tantos ataques.
Não plantamos arroz ou feijão como os “nossos” plantaram,
Porque nos negam um pedaço de terra.
Mas algo nós temos e isso ninguém pode nos tomar,
Que é o orgulho de sermos filhos da mãe natureza,
E a certeza de que temos um patrimônio a resguardar,
Que é a cultura do nosso povo Tuxá!

sábado, 2 de abril de 2011

12 alimentos para combater a DEPRESSÃO


Ricos em nutrientes, eles garantem bem-estar e ajudam

 no tratamento da doença

A depressão é um transtorno mental bastante comum atualmente. Segundo o Ministério da saúde, estima-se que, na América Latina, 24 milhões de pessoas sofram com a doença.

Num episódio depressivo a pessoa pode se sentir sem energia, com o humor afetado, sem interesse e sem vontade de fazer tarefas comuns da sua rotina, além dos sintomas físicos como dor de cabeça e dor de estômago. 

Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, nosso cérebro produz substâncias chamadas de neurotransmissores que controlam inúmeras funções cerebrais. Um destes neurotransmissores, a serotonina, é capaz de dar ao cérebro sensação de bem-estar, regulando nosso humor e também dando sensação de "saciedade".

A alimentação pode ajudar a produzir mais serotonina, aumentando o bom humor e ajudando no combate da depressão, entretanto, vale lembrar que ela não substitui o tratamento da doença, com a intervenção medicamentosa e terapia. 

"Para a produção cerebral da serotonina há necessidade de "matérias primas" (chamadas de cofatores) fundamentais para sua síntese, como exemplos: triptofano (aminoácido), magnésio, cálcio (minerais), vitamina B6, ácido fólico (vitaminas)", ressalta Navarro.

A seguir, conheça alguns alimentos que podem melhorar o seu humor e são excelentes coadjuvantes para dar uma "forcinha" no combate da doença.

Castanha-do-pará, nozes e amêndoas: elas são ricas em selênio, um poderoso agente antioxidante. Segundo a nutricionista Abykeyla Tosatti, elas colaboram para a melhoria dos sintomas de depressão, auxiliando na redução do estresse. As quantidades diárias recomendadas são duas a três unidades de castanha-do-pará ou cinco unidades de nozes ou 10 a 12 unidades de amêndoas. Mas também dá para fazer um mix saboroso dessas oleaginosas.

Leite e iogurte desnatado: eles são ótimas fontes de cálcio, mineral que elimina a tensão e depressão. "O cálcio ajuda a reduzir e controlar o nervosismo e a irritabilidade. Ele participa também das contrações musculares, dos batimentos cardíacos e da transmissão de impulsos nervosos e regulariza a pressão arterial", explica a nutricionista Abykeyla Tosatti. É recomendado o consumo de 2 a 3 porções por dia.

Frutas: Melancia, abacate, mamão, banana, tangerina e limão são conhecidos como agentes do bom humor. "Todas estas frutas são ricas em triptofano, aminoácido que ajuda na produção de serotonina", explica a nutricionista Abykeyla Tosatti. É recomendado o consumo de três a cinco porções de frutas todos os dias.

Laranja e maçã: elas ganham destaque porque fornecem ácido fólico, cujo consumo está associado a menor prevalência de sintomas depressivos. Além disso, por ser rica em vitamina C, a laranja promove o melhor funcionamento do sistema nervoso, garante energia, ajuda a combater o estresse e previne a fadiga.

Banana e abacate: a banana é rica em carboidrato (hidratos de carbono), potássio e magnésio. Também é fonte de vitamina B6, que produz energia. "A fruta diminui a ansiedade e ajuda a ter um sono tranquilo", explica Abykeyla. Tão bom quanto, o abacate é outra ótima opção, e antes de dormir. Consuma duas colheres de chá da fruta pura (sem açúcar ou adoçante) todos os dias antes de se deitar.

Mel: esse alimento estimula a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar. Para usufruir dos benefícios, duas colheres de sobremesa, ao dia, são suficientes.

Ovos: "Eles são uma boa fonte de tiamina e a niacina (vitaminas do complexo B), que colaboram com o bom humor", aponta Abykeyla Tosatti. O recomendado é uma unidade por dia, no máximo. Quem tem colesterol alto deve se preocupar com o consumo em excesso, e evitar, principalmente a versão frita.

Carnes magras e peixes: "O triptofano, presentes nestas fontes de proteína, ajuda no combate da depressão e melhora o humor, pois aumenta a produção de serotonina, que exerce grande influência no estado de humor, pois é capaz de reduzir a sensação de dor, diminuir o apetite, relaxar, criar a sensação de prazer e bem-estar e até induzir e melhorar o sono", enfatiza a nutricionista Abykeyla Tosatti. Ela recomenda entre uma e duas porções por dia, principalmente de peixes como atum e salmão.

Carboidratos complexos: eles ajudam o organismo a absorver triptofano e estimulam a produção do neurotransmissor serotonina, que ajuda a reduzir as sensações de depressão. "Uma alimentação pobre em carboidratos, por vários dias, pode levar a alterações de humor e depressão. Alimentos fontes de carboidratos: pães, cereais integrais (trigo, arroz)", explica a especialista Abykeyla Tosatti. A recomendação é de 6 a 9 porções diárias.

Aveia e centeio: os dois são ricos em vitaminas do complexo B e vitamina E. "Estes nutrientes possuem grande importância, pois, melhoram o funcionamento do intestino, combatem a ansiedade e a depressão", diz a nutricionista Abykeyla Tosatti. A recomendação é de, pelo menos, três colheres de sopa cheia por dia.

Folhas verdes: estudos mostram que uma alimentação com consumo elevado de folato (importante vitamina do complexo B) está associada a menor prevalência de sintomas depressivos. Um dos alimentos ricos em folato são as hortaliças folhosas verde-escuras (espinafre, brócolis, alface). "Algumas pesquisas mostram que indivíduos deprimidos podem apresentar baixos níveis de vitamina B12, levando a diminuição do folato e o desequilíbrio do metabolismo dos neurotransmissores do cérebro associados ao controle do humor", adverte a especialista Abykeyla Tosatti. O recomendado é a ingestão diária de três a cinco porções por dia.

Soja: ela é rica em magnésio que é o segundo mineral mais abundante no nosso organismo e desempenha um papel fundamental na energia das células. Sua deficiência pode resultar em falta de energia. "O magnésio ajuda a reduzir a fadiga e aumentar os níveis de energia. Esse mineral combate o estresse porque tem propriedades tranquilizantes naturais, principalmente quando combinadas com cálcio", explica a nutricionista Abykeyla Tosatti.


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