terça-feira, 19 de junho de 2018

Grupo de Emagrecimento re-PENSAR


Esse foi o segundo encontro da nova turma do Grupo de Emagrecimento re-PENSAR...


O trabalho em grupo proporciona a experiência de sentir, do compartilhar da mesma dificuldade, de re-PENSAR novas formas de ser assertivo em controlar a compulsão alimentar e aprender a ressignificar o modo de se comportar frente ao alimento.
As experiências com esse trabalho tem mostrado como é gratificante ver a mudança do outro quando ele realmente decide se conhecer melhor e identificar o que impede de alcançar seu objetivo.
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TREINAMENTO – SAÚDE DO TRABALHADOR TELEMARKETING/TELEATENDIMENTO


Hoje foi dia de realizar mais um Treinamento para uma equipe de funcionários que atuam no setor de telemarketing em uma empresa em Governador Valadares.
Os treinamentos nas organizações são fundamentais para a manutenção da boa saúde do trabalhador. 

O tema trabalhado foi a SAÚDE MENTAL, que visa a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as atividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica. 

Muitas são as doenças psicológicas que afetam o setor de telemarketing e buscando maior qualidade no trabalho, as empresas cada vez mais se preocupam com a saúde física e mental do trabalhador.

O treinamento completo é composto por uma equipe multidisciplinar composta por: Psicóloga, Fisioterapeuta e Fonoaudióloga.

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sexta-feira, 15 de junho de 2018

15 de junho: Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa

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O dia 15 de junho marca o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa. A data foi instituída em 2006, pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Rede Internacional de Prevenção à Violência à Pessoa Idosa.
O objetivo da data é criar uma consciência mundial, social e política da existência da violência contra a pessoa idosa, e, simultaneamente, disseminar a ideia de não aceitá-la como normal.
A violência contra a pessoa idosa é uma violação aos direitos humanos. Estudos revelam que a violência contra os idosos representa a segunda causa de internações de idosos no SUS e suas causas resultam em 3,5% dos óbitos de idosos no Brasil, ocupando o sexto lugar na mortalidade.
disque 100 é um serviço de utilidade pública do Ministério dos Direitos Humanos (MDH), vinculado a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, destinado a receber demandas relativas a violações de Direitos Humanos, em especial as que atingem populações com vulnerabilidade acrescida, como: Crianças e Adolescentes, Pessoas Idosas, Pessoas com Deficiência, LGBT, Pessoas em Situação de Rua e Outros, como quilombolas, ciganos, índios, pessoas em privação de liberdade (fonte MDH-2018).

Fonte: 
https://www.portaldoenvelhecimento.com.br/15-de-junho-dia-de-enfrentamento-e-combate-a-violencia-contra-a-pessoa-idosa/
https://dppa.jusbrasil.com.br/noticias/1328618/15-de-junho-dia-mundial-de-conscientizacao-da-violencia-contra-a-pessoa-idosa

sábado, 9 de junho de 2018

2ª Turma do GRUPO DE EMAGRECIMENTO RE-PENSAR


A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sentadas, óculos e área interna
Ontem dia 08/06/18 iniciei mais uma turma do Grupo de Emagrecimento re-PENSAR! 🤩🤩🤩
O grupo visa um trabalho personalizado, com uma turma de no máximo 5 integrantes e no prazo de 10 encontros ao total.
O trabalho em grupo é realizado por mim com as ferramentas da terapia cognitivo comportamental e aborda os temas da psicologia como: Compulsão Alimentar; autoestima; sabotadores do emagrecimento; crenças limitantes; fome física x fome psicológica; ansiedade; entre outros....
👇👇👇👇
Você que deseja fazer parte da próxima turma entre em contato pelo telefone: 📲(33) 9.8432-2295 e reserve sua vaga.
🌷" Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado, com certeza vai mais longe", Clarice Lispector.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Vamos combater o abuso sexual de crianças e adolescentes

Dia 18 de Maio, é quando se celebra o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Entenda por que é importante estar atento aos sinais de alerta.

A data 18 de Maio foi instituída como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. O assunto, que normalmente desperta repulsa e emoções intensas, merece atenção para que seja adquirida a conscientização necessária para o combate deste tipo de violência, prevenindo vidas, zelando pelo desenvolvimento e proteção das crianças e adolescentes, e responsabilizando os autores da violência. Quem fala sobre esse tema, é a psicóloga Maitê Hammoud.
Infelizmente, a violência que pode se tornar um marco impeditivo no desenvolvimento é mais frequente do que as pessoas imaginam. No Brasil, dados mostram que a cada hora, três crianças são vítimas de abuso, representando que 70% dos estupros ocorrem com menores de idade. 

 O que é violência sexual?
Violência sexual é a violação dos direitos sexuais, no sentido de abusar ou explorar o corpo e a sexualidade de crianças e adolescentes. A maioria das pessoas associam violência sexual ao ato de penetração forçado, quando, na verdade, a violência sexual infantil é muito mais ampla, gerando traumas devastadores em qualquer manifestação que ela ocorra.
O abuso sexual é caracterizado pela utilização da sexualidade de uma criança ou adolescente para prática de qualquer ato de natureza sexual. Portanto, estão previstos em lei e são considerados como abuso toque, beijos, carícia e aliciamento, além da penetração forçada.
Compreende-se que o abuso sexual infantil nem sempre está ligado a um ato violento e doloroso, podendo envolver carinhos inapropriados, beijos, a exibição e exposição da criança na prática de masturbação ou em um ambiente em que ela presencie a prática sexual, seja com um parceiro ou através de pornografia visual.
Já a exploração sexual infantil engloba a prostituição de menores de idade, pornografia com vídeos ou fotos que poderão ser comercializados, tráfico de mulheres e turismo com motivação sexual.
O agressor está mais próximo do que imaginamos

No Brasil, 95% dos casos desse tipo de violência são praticados por pessoas conhecidas das crianças. Em 65% dos casos há a participação de pessoas do próprio grupo familiar. O agressor normalmente possui um perfil sedutor e costuma se beneficiar do vínculo de confiança e relação afetiva que já possui com a criança, envolvendo-a de uma maneira com que faça acreditar de que se trata de uma brincadeira, um jogo ou uma manifestação de carinho especial por ela ser privilegiada.
O agressor costuma dividir segredos sobre quaisquer assuntos que possam fortalecer o vínculo e, previamente, testar a capacidade da criança em não revelar informações. Ao sentir-se seguro para dar o segundo passo, cria no momento de violência um vínculo de segredo, passando a imagem de um laço íntimo e especial, no qual, para ser mantido, podem ser oferecidas recompensas, brinquedos, ou até motivar temores e inseguranças na fantasia da criança, como o de, se ela revelar o segredo, seus pais poderão ficar bravos, a abandonarão, sofrerão violência física, entre outros.
Manifestação da violência sexual
Algumas crianças chegam a verbalizar as experiências, e não é raro que os adultos acreditem tratar de fantasias. Vale lembrar que pesquisas apontam que apenas 6% das crianças relatam experiências que não são reais. Principalmente pelas experiências nem sempre serem violentas e por serem realizadas com pessoas de seu círculo de confiança, existe enorme dificuldade em entender o que possa estar acontecendo e, consequentemente, pedir ajuda.
A criança não entende que está sofrendo um tipo de violência, ficando sem saber como agir ou reagir. É fundamental que pais e professores fiquem atentos à linguagem não-verbal de pedidos de ajuda ou sinalizações de trauma, normalmente expressos em comportamentos, produções gráficas ou produções lúdicas. Podem ser sinais de abuso:
  • Perturbações no sono: a criança tem dificuldade para dormir ou fica com o sono agitado, podendo haver ainda pesadelos recorrentes. Como frequentemente os abusos ocorrem na cama, a criança acredita que, ao evitar o sono, poderá estar se protegendo do agressor.
  • Alimentação: o apetite pode aumentar ou diminuir.
  • Desempenho na escola: dificuldades de concentração, recusa na participação de atividades, queda no desempenho e aproveitamento escolar.
  • Mudanças de comportamento bruscas e repentinas: podem envolver desde o desinteresse por atividades que costumam lhe dar prazer, até regredir, recorrendo a comportamentos infantis que já havia abandonado, como voltar a chupar o dedo ou fazer xixi na cama. É comum também que apresentem medos que não possuíam antes, como medo do escuro. Nos desenhos, chama a atenção quando a criança, que nunca manifestou questões de sexualidade, passa a desenhar órgãos genitais, reproduções dela com expressão triste, posições sexuais, etc.O uso de palavras diferentes das aprendidas em casa para se referir às partes íntimas também é motivo alerta.
O agressor nem sempre é um homem
Apesar de menos comum, mulheres também praticam violência sexual infantil. Dados da Polícia Federal revelam que a cada dez pedófilos, um é mulher. O que ocorre é que, em geral, as mulheres são denunciadas com menos frequência. Algumas razões podem estar ligadas a este fato: ausência de penetração durante o abuso, a cultura machista que vê como algo normal as relações precoces entre meninos e mulheres mais velhas ou o receio da família de, ao denunciar, transformar o fato em um trauma muito maior, interferindo na orientação sexual dos garotos.
Prejuízos emocionais devastadores
A criança e adolescente estão em desenvolvimento não apenas em sua forma física, mas também nos seus aspectos psicológicos e emocionais. Vivenciar um trauma como este pode impactar de maneira devastadora sua integridade. O abuso sexual infantil pode desencadear o desenvolvimento de transtornos de personalidade, quadros graves de depressão ou ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, autoimagem prejudicada, dificuldades em se vincular afetivamente estabelecendo relações de confiança, e também mobilizar um enorme sentimento de culpa, ligado ao fato de guardar um segredo, e, em momentos futuros, ao recuperar memórias do trauma, sentir-se impotente, vulnerável, conivente e, até mesmo, repulsa por qualquer sensação corporal prazerosa que possa ter ocorrido naquele momento de inocência.
A culpa pode motivar comportamentos de autoflagelo e ideais suicidas.

Como se proteger?
Antes de mais nada, a prevenção começa ao se estabelecer uma base de confiança e segurança sólida da criança com os pais. Agressores sexuais tendem a buscar um perfil de crianças que sofram de baixa autoestima e insegurança, por serem mais manipuláveis. Quando a criança possui uma boa relação com os pais, diminui a chance de ser vista como um alvo fácil no olhar de um agressor.
Compartilhe valores e informações sobre o próprio corpo. Com linguagem acessível, alerte a criança de que ninguém, sequer pessoas de seu grupo familiar, possuem liberdade para acariciar suas partes íntimas. Incentive sempre a comunicação caso ocorra algo neste sentido. Previamente, desfaça temores que o agressor possa construir, assegure sempre que você não a deixará, não sentirá raiva e que sempre estará aberta para dúvidas ou esclarecimentos.
Seja seletivo com as pessoas que participam da vida de seus filhos, principalmente quando se diz respeito à intimidade. Avalie e escolha quem pode ter liberdade para entrar no quarto ou acompanhar a troca de roupas, um banho, etc.
Acredite em seu filho sempre que trouxer alguma questão, ao invés de descartar imediatamente o relato, achando que se trata de fantasias e imaginação. Converse, investigue e questione. Ao confiar, você está respeitando e zelando por seus direitos de desenvolvimento e proteção.
Apoio e providências
Caso acredite que algo de errado está acontecendo com seu filho ou com uma criança que você conheça, não deixe de procurar a ajuda de um psicólogo para que seja feita uma avaliação. Esse é o caminho para oferecer um suporte emocional adequado, que permita a elaboração de traumas e a redução dos prejuízos.
Violência sexual é crime e deve ser sempre reportada às autoridades. Não é necessário você ter certeza, ou ter testemunhado um fato! Se você suspeita de que algo possa estar errado, pode denunciar anonimamente através do Disque 100 (Disque Direitos Humanos), através do 180 ou recorrendo ao Conselho Tutelar mais próximo.

Fonte: Matéria publicada pelo Mundo dos Psicólogos
https://br.mundopsicologos.com/artigos/vamos-combater-o-abuso-sexual-de-criancas-e-adolescentes
Fotos da Campanha de Prevenção ao Abuso Sexual Infantil do Ministério da Saúde.



domingo, 27 de maio de 2018

GRUPO DE EMAGRECIMENTO re-PENSAR



Atualmente cada vez mais as pessoas desejam ter melhor qualidade de vida e controle alimentar. Hoje sabemos que muitas pessoas apresentam sobrepeso e obesidade, além de inúmeras dificuldades para emagrecer e quando emagrecem geralmente não conseguem manter o peso por muito tempo.
Durante o processo de emagrecimento aparecem o desânimo e a desmotivação e muitas vezes todo um processo que está em andamento é deixado de lado.
Neste momento entram as crenças limitantes: eu não consigo mesmo emagrecer; na minha casa não consigo fazer dieta; meus amigos não me deixam fazer dieta; eu não consigo me controlar, e tudo se torna mais difícil, pois a pessoa não sabe como lidar com suas emoções e seus comportamentos, assim ela acaba desistindo, colocando sempre a culpa em algum acontecimento ou em alguém.
O trabalho em grupo proporciona a experiência de sentir, do compartilhar da mesma dificuldade, de re-PENSAR novas formas de ser assertivo em controlar a compulsão alimentar e aprender a ressignificar o modo de se comportar frente ao alimento.
O objetivo do grupo re-PENSAR é REaprender a trabalhar a mente para proporcionar mudanças no corpo. Os encontros apresentarão temas diversos como ansiedade, autoestima, emoções, compulsão alimentar, entre outros... Venha e confira !!!
O grupo acontecerá toda sexta-feira de 14:00 às 16:00 hs.
O início será dia 08/06/2018.
Inscrições: Serão realizadas as inscrições até o dia 04/06/2018, no consultório MG Terapia, localizado à Rua Mato Grosso, 413 – Bairro de Lourdes – GV, com horário previamente agendado com a psicóloga Fabrícia Reis pelo contato: (33) 9.8432-2295.
Período: O grupo terá 10 (dez) encontros ao total, sendo um encontro por semana, iniciando em 08/06/2018 e encerrando em 10/08/2018, totalizando dois meses e meio.
Valores: Os valores e condições de pagamentos serão informados in Box.
Quem pode participar desse grupo? Pessoas a partir de 18 anos de idade, pessoas que desejam elevar sua autoestima para ter força mental e clareza no processo de emagrecimento. Para as que vivem lutando com o efeito sanfona e com a compulsão alimentar e para aquelas que pensam negativamente e agem condicionadas pelo emocional. E principalmente esse processo é para pessoas que estiverem verdadeiramente comprometidas com a sua transformação e abertas para re-PENSAR um novo modo de vida e ser feliz! Aguardo você.
Psicóloga Fabrícia Reis
(33) 9.8432-2295


domingo, 20 de maio de 2018

Neurociências: Consumo e Dependência de Substâncias Psicoativas

Resultado de imagem para drogas Atualmente existem novos conhecimentos das neurociências sobre o consumo e a dependência de substâncias psicoativas (ou farmacodependências).

As neurociências englobam todas as funções do sistema nervoso, especialmente as do cérebro onde as substâncias psicoativas têm a capacidade de alterar a consciência, a disposição e os pensamentos.

Pode-se comprovar a explosão de conhecimentos em neurociências das últimas décadas, que transformou a nossa compreensão do mecanismo de ação das substâncias psicoativas, e forneceu novos conhecimentos sobre as razões que levam muitas pessoas a consumir tais substâncias e levam outras a fazê-lo de maneira a causar dano a si próprio ou a se tornar dependentes.
Este relatório tornou-se necessário devido aos progressos atingidos pela pesquisa em neurociências, que mostraram ser a farmacodependência um transtorno crônico, recorrente, comum a base biológica e genética, e não uma simples falta de vontade ou de desejo de se libertar. Existem tratamentos e intervenções eficazes para as farmacodependências que implicam intervenções tanto farmacológicas como comportamentais.


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Critérios de dependência de substâncias segundo a CID-10

 Presença de três ou mais dos seguintes sintomas em qualquer momento durante o ano anterior:
1) Um desejo forte ou compulsivo para consumir a substância;
2) Dificuldades para controlar o comportamento de consumo de substância em termos de início, fim ou níveis de consumo;
3) Estado de abstinência fisiológica quando o consumo é suspenso ou reduzido, evidenciado por: síndrome de abstinência característica; ou consumo da mesma substância (ou outra muito semelhante) com a intenção de aliviar ou evitar sintomas de abstinência;
4) Evidência de tolerância, segundo a qual há a necessidade de doses crescentes da substância psicoativa para obter-se os efeitos anteriormente produzidos com doses inferiores;
5) Abandono progressivo de outros prazeres ou interesses devido ao consumo de substâncias psicoativas, aumento do tempo empregado em conseguir ou consumir a substância ou recuperar-se dos seus efeitos;
6) Persistência no consumo de substâncias apesar de provas evidentes de consequências manifestamente prejudiciais, tais como lesões hepáticas causadas por consumo excessivo de álcool, humor deprimido consequente a um grande consumo de substâncias, ou perturbação das funções cognitivas relacionada com a substância. Devem fazer-se esforços para determinar se o consumidor estava realmente, ou poderia estar consciente da natureza e da gravidade do dano.


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Psicofarmacologia da dependência de diferentes classes de substâncias

As substâncias psicoativas mais comuns podem ser divididas em depressores (por exemplo, álcool, sedativos/hipnóticos, solventes voláteis), estimulantes (por exemplo, nicotina, cocaína, anfetaminas, ecstasy), opióides (por exemplo, morfina e heroína) e alucinógenos (por exemplo, PCP, LSD, canábis).
As diferentes substâncias psicoativas têm maneiras diferentes de agir no cérebro para produzir os seus efeitos. Liga-se a tipos diferentes de receptores, e podem aumentar ou diminuir a atividade dos neurônios graças a vários mecanismos diferentes.


Tipos de Tratamento Resultado de imagem para drogas tratamento

Além do tratamento farmacológico, empregam-se terapias comportamentais para tratar as farmacodependências. É interessante relacionar estas terapias com os processos de aprendizagem, que foram discutidos em relação aos efeitos das substâncias psicoativas no cérebro.
Terapias de motivação e cognitivas foram concebidas para agir nos mesmos processos de motivação no cérebro que são afetados por substâncias psicoativas. Tais terapias procuram substituir a motivação para o consumo de substâncias pela motivação para envolver-se em outros comportamentos. Note-se que estas terapias se apoiam nos mesmos princípios de aprendizagem e motivação que são utilizados para descrever o desenvolvimento da dependência.
Resultado de imagem para drogas psicologia tratamentoPor exemplo, o condicionamento utiliza os princípios de reforço positivo e punição para controlar o comportamento. As terapias cognitivo-comportamentais e a prevenção de recaídas ajudam as pessoas a desenvolver novas associações de estímulo-resposta que não implicam consumo de substâncias nem desejo intenso.
Estes princípios são utilizados numa tentativa para desaprender o comportamento relacionado com dependência e aprender respostas mais adaptadas. Assim, os mecanismos neurobiológicos implicados no desenvolvimento da dependência são semelhantes aos implicados na aprendizagem da maneira de supera-la.

Fonte: Neurociências: consumo e dependência de substâncias psicoativas. Organização Mundial da Saúde 2004

terça-feira, 15 de maio de 2018

15 de maio - Dia da Família

Família é o bem mais precioso que a gente tem!
Ame, Cuide, Valorize!
FAMÍLIA É TUDO!!!


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Parabéns Assistente Social

Hoje venho parabenizar os colegas que são Assistentes Sociais
Parabéns pelo seu dia e que cada um continue realizando seu trabalho com excelência, abraçando as causas com amor e dedicação.


Psicóloga Fabrícia Reis
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sábado, 12 de maio de 2018

TREINAMENTO – SAÚDE DO TRABALHADOR TELEMARKETING/TELEATENDIMENTO

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé e área internaTreinamento ministrado por equipe multidisciplinar para setor de telemarketing em empresa.
O tema abordado por mim representando a psicologia foi a Saúde Mental do trabalhador, com foco na ansiedade, stress, transtorno do pânico, depressão, síndrome de burnout, pressão no trabalho e relacionamento interpessoal. 
O treinamento contou ainda com um profissional formado em educação física especialista em ergonomia e uma fonoaudióloga para trabalhar a saúde vocal e auditiva. 
Por: Fabrícia Reis

GRUPO DE EMAGRECIMENTO re-PENSAR


A imagem pode conter: 1 pessoa
Atualmente cada vez mais as pessoas desejam ter melhor qualidade de vida e controle alimentar. Hoje sabemos que muitas pessoas apresentam sobrepeso e obesidade, além de inúmeras dificuldades para emagrecer e quando emagrecem geralmente não conseguem manter o peso por muito tempo.
Durante o processo de emagrecimento aparecem o desânimo e a desmotivação e muitas vezes todo um processo que está em andamento é deixado de lado.
Neste momento entram as crenças limitantes: eu não consigo mesmo emagrecer; na minha casa não consigo fazer dieta; meus amigos não me deixam fazer dieta; eu não consigo me controlar, e tudo se torna mais difícil, pois a pessoa não sabe como lidar com suas emoções e seus comportamentos, assim ela acaba desistindo, colocando sempre a culpa em algum acontecimento ou em alguém.
O trabalho em grupo proporciona a experiência de sentir, do compartilhar da mesma dificuldade, de re-PENSAR novas formas de ser assertivo em controlar a compulsão alimentar e aprender a ressignificar o modo de se comportar frente ao alimento.
O objetivo do grupo re-PENSAR é REaprender a trabalhar a mente para proporcionar mudanças no corpo. Os encontros apresentarão temas diversos como ansiedade, autoestima, emoções, compulsão alimentar, entre outros... Venha e confira !!!
Quem pode participar desse grupo? Pessoas a partir de 18 anos de idade, pessoas que desejam elevar sua autoestima para ter força mental e clareza no processo de emagrecimento. Para as que vivem lutando com o efeito sanfona e com a compulsão alimentar e para aquelas que pensam negativamente e agem condicionadas pelo emocional.
E principalmente esse processo é para pessoas que estiverem verdadeiramente comprometidas com a sua transformação e abertas para re-PENSAR um novo modo de vida e ser feliz! 
Psicóloga Fabrícia Reis

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Esse foi o segundo encontro da nova turma do Grupo de Emagrecimento re-PENSAR... O trabalho em grupo proporciona a experiência de sen...