" BULLYING – Essa brincadeira não tem graça "



Bullying significa: humilhar, intimidar, ofender, agredir. O que para muitos era "normal", coisa de criança e de adolescente é, na verdade, bullying - palavra em inglês que é usada com o sentido de zoar, gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, humilhar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, discriminar e colocar apelidos maldosos.

As escolas podem desenvolver no aluno o conhecimento e a reflexão sobre a existência do fenômeno bullying e suas conseqüências na própria realidade escolar, para que eles aprendam quais são as atitudes que favorecem o desenvolvimento do comportamento bullying e como evitá-lo, a fim de transformar a escola num ambiente pacífico que estimule o bom relacionamento socioeducacional, pois somente este conhecimento pode despertar no aluno a consciência crítica e poder transformador.

A intervenção pode dar inicio através da capacitação de profissionais da educação, para que saibam identificar e conhecer as estratégias e prevenções disponíveis atualmente.


Bullying na escola: A intervenção do Psicólogo Escolar


Para combatermos a violência, com efeito, de modo preventivo, é preciso agir com um projeto planejado e bem estruturado por todos os integrantes do âmbito escolar, proporcionando uma profunda reflexão em todo o mundo acerca da violência múltipla, na família, na escola, no trânsito, nos esportes, etc. O psicólogo deve estimular a mudança de olhar, ele deve quebrar as barreiras e os paradigmas existentes e possibilitar uma mudança de comportamento e de atitude eficaz. A mudança de olhar possibilita a transformação da realidade.


Ações integradas entre os profissionais:

Pode ser desenvolvido ações integradas, envolvendo a família, a escola com todos os seus integrantes, todos os segmentos sociais, as instituições sociais, etc., no sentido de encaminhar soluções de combate a todo tipo de violência.



Alerta aos pais !!!!


Observe se seus filhos apresentam algum comportamento parecido, pois tais sintomas podem significar que se trate de bullying.

** Seu filho pode inventar alguma desculpa para não ir à aula; a internet é sua maior companheira; não sente vontade de socializar mais com seus amigos; desenvolve comportamentos de timidez e medo; apresenta hematomas no corpo; se mostra inseguro ou irritadiço.**


É importante ouvir o relato de seu filho, e no caso de agredido procurar acolher o sofrimento e mostrar que existe sempre uma alternativa para resolver à situação.

Comentários

  1. Excelente artigo, trabalho como propagandista e visito vários médicos em um mês de trabalho, e é crescente o numero de relatos que presencio durante minhas visitas médicas, o bullying deve ser combatido pois está presente em todas as classes sociais, e cabe a nos pais e mães ficarmos atentos destacando aos nossos filhos o respeito que devemos ter ao próximo.

    Eder Marques, Propagandista laboratório Hebron

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